Anderson Aquino
André Luiz
Alessandro Lopes
Ceará
Chicão
Cristian
Davis
Diego Corrêa
Dieguinho
Douglas Henrique
Douglas Santana
Edimar
Élvis
Everton
Flavinho
Fransérgio
Gilson
Guaru
Ígor
Irineu
Ives
Jean
Jéfferson
João Leonardo
João Paulo
Juan
Juninho
Júnior
Kim
Leandro Bocão
Lima
Luiz Camargo
Luís Henrique
Marcelo
Marcelo Toscano
Márcio Diogo
Murilo
Paulo Henrique
Pará
Rodrigo Pimpão
Rogério
Serginho Catarinense
Somália
Thiago Rodrigues
Tiago
Vinícius
Walderi
Wanderson
Wellington Silva
William
Yohei
Estes são os 51 jogadores que o Paraná usou em 2010 até a derrota de sexta-feira, para a Portuguesa. Os quase cinco times montados pela Revolução Paranista, grupo que prometia mudar a história do clube – faltou avisar que seria para pior.
A qualidade técnica da lista, com raras e honrosas exceções, é mínima, digna de quem caminha para a Série C. O Paraná só não está em situação pior por causa de Marcelo Oliveira. O treinador armou um time capaz de endurecer todos os jogos com a dupla Atletiba e até de beliscar a liderança da Série B. Mais do que isso, soube tirar dedicação de um elenco que está desde o início do ano com salário atrasado. Fez o grupo perceber que o direito a greve e o dever de fazer um bom trabalho podem e devem conviver. E foi “premiado” com a demissão.
É provável que alguém evoque uma das verdades absolutas do futebol, de que é preciso “criar um fato novo” para motivar a equipe. Mexer com uma das poucas coisas que funcionam é criar problema novo. No estágio atual, não será trocando treinador que o Paraná reverterá sua tendência de queda.