Na coluna interina de hoje da Gazeta do Povo, para cobrir as férias do Tostão, escrevi sobre a possibilidade de o Coritiba bordar uma estrela de prata na camisa, caso seja campeão da Série B. Reproduzo abaixo a minha argumentação pró-estrela e deixo a caixa de comentários para que vocês deem a sua opinião. A continuação da coluna está aqui.
Pelas contas de Ney Franco, com mais três vitórias o Coritiba sobe. Outras três – conta minha – e será campeão. Uma matemática bem real para quem ainda tem dez rodadas pela frente e tem sido cada vez mais eficiente.
E se for campeão, o Coritiba borda uma estrela de prata na camisa? Há alguns meses ouvi uma entrevista do Vilson Ribeiro de Andrade, em que ele admitia, sim, essa possibilidade. Conceitualmente sou contra. Imortalizar no uniforme um título de Segunda Divisão é balizar as pretensões do clube. Quem festeja título de Série B se contenta com isso.
Mas há exceções. O título de 95 do Atlético é uma delas. Foi uma conquista que marcou o início de um novo período no clube. Ter a estrela prateada na camisa lembra ao atleticano o quanto foi sofrido o caminho para poder bordar uma amarela também.
O Coritiba de 2010 é outra exceção. Se for campeão da Série B – como tudo indica que será –, o Coxa protagonizará uma das maiores viradas da história do futebol brasileiro. A estrela prateada seria o símbolo deste renascimento. Ao invés de deixar opaca, só aumentaria o brilho da estrela amarela posicionada acima do escudo.
Só para não dar brecha a qualquer tipo de ilação. Mais de uma hora depois de enviar a coluna eu vi que o Tiago Recchia havia escrito a respeito no seu blog e na coluna impressa. Não mudaria minha opinião, mas possivelmente teria me feito escrever sobre o tema mais adiante, para não dar brecha para ninguém pensar que foi combinado ou há alguma campanha por isso. Foi só coincidência, gente, beleza?
Concordo contigo…