Na entrevista coletiva após a derrota para o Rio Branco, Roberto Cavalo estimulou o trocadilho infame com seu apelido ao dar explicações ásperas para a derrota paranista. Domingo foi a vez de Marcelo Oliveira recusar-se a responder duas simples questões: “Por que Davi não foi relacionado?” e “Por que Lucas Mendes não entrou no lugar de Rafinha, uma bomba-relógio prestes a explodir?”. As duas reações são sinais dos tempos atuais.
Assim começa a coluna desta terça-feira, na Gazeta do Povo. Falo da irritação injustificada dos treinadores, que exigem valorização e reconhecimento, mas são incapazes de aceitar um confronto às suas ideias, mesmo quando elas dão claramente errado. Como prometido, também retorno ao tema da sexta-feira passada, o quanto o Coritiba está preparado para o dia em que a empresa que tem relação com oito jogadores do elenco simplesmente decidir ir embora. Leia lá, comente aqui.
Leonardo, você está de parabéns pela iniciativa de continuar acompanhando o nosso futebol. É muito bom ver alguém diferenciado falando atentamente sobre os times do Paraná. Pois infelizmente no cenário nacional não temos força para ganharmos a devida atenção e os jornalistas que aqui continuam ou se confundem muito com torcedores – daqueles cegos e impacientes em relação ao time – ou são fracos e chatos.