Filed under Defesa arrojada

Um banco para Baier

Dá gosto de ver Paulo Baier jogar. Ele não é um craque. Sua maestria está em descobrir atalhos. Em um futebol cada vez mais corrido, Baier faz o simples: pensa. O raciocínio tira os zagueiros acéfalos do caminho, economiza energia, garante as vitórias. Paulo Baier dá exemplo para qualquer profissão, faz lembrar que a inteligência ainda prevalece sobre o vigor e a intensidade.

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Dupla Atletiba deveria olhar para o mercado sul-americano

 

A CBF confirmou a antecipação da janela de importação para o dia 20 de junho. Nos próximos dias, deve ampliar o limite de estrangeiros na súmula para quatro jogadores. Combinando as duas informações, lembro que a dupla Atletiba tem investido pouco no mercado sul-americano.

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Por uma revolução verdadeira

E vamos dormir sem saber o que será do futuro paranista. Tudo bem. Aquilino Romani e toda a diretoria foram dormir na mesma situação. Aliás, qual foi a última noite em que Aquilino e seus companheiros foram para a cama com o futuro do clube cristalino na cabeça? Nem eles devem lembrar.

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Por que não Dunga?

Na lista de possíveis técnicos do Atlético, saiu Hélio dos Anjos, contratado pelo Sport, apareceu Dunga. Sinceramente, não sei até que ponto Dunga é considerado um nome possível dentro do Atlético. Vi uma menção a ele há pouco e já passou da hora de ligar para alguém e perguntar. Só digo uma coisa: acho Dunga um bom nome. Não só para o Atlético, mas para qualquer clube. Deveria constar da relação de possíveis técnicos de todo o time da Série A que ficar sem um “professô”.

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Parabéns a você que não apostou na Timemania

Como vocês já puderam perceber, estou pondo em dia temas que deixei para trás na semana. Um deles é a Timemania, que fechou 2010 com o “rebaixamento” do Atlético e o Coritiba se segurando na “Série A” da loteria dos clubes. Desfecho cercado de situações surreais.

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Porque jogadores dificilmente viram homens

Os jornais paranaenses de hoje falam da insurgência de Kelvin e Manoel contra seus clubes. O paranista não se apresentou com o restante do elenco, ao que tudo indica está indo para o Atlético Mineiro. O rubro-negro quer um aumento salarial compatível às propostas que tem recebido de outros clubes, caso contrário fala até em abandonar o Furacão e voltar para sua cidade, Bacabal, no Maranhão. Ambos têm todo o direito de aceitar uma proposta profissional melhor. É algo comum em qualquer profissão, não há por que ser diferente no futebol. Mas a forma que tudo é conduzido não cheira bem.

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Já que esculhambou de vez…

Com todo o respeito às várzeas e às zonas do Brasil, a várzea do recall dos títulos do passado virou uma zona. Manuel da Lupa, presidente da Portuguesa, quer ver os dois Rio-São Paulo vencidos pelo clube em 1952 e 1955 serem elevados à condição de Brasileiro. Isso, você pega um regional e transforma em nacional.

Não espalhem, mas o primeiro a contar essa piada foi o Ubiratan Leal, vizinho de bancada aqui na revista ESPN e responsável pelo Balípodo, linkado na lista aí do lado. Luís Augusto Símon, o Menon, vizinho da esquerda da mesa, gostou do chiste e passou adiante, no blog da firma. Todos rimos, pois a coisa toda não é para ser levada a sério, ou não deveria. Manuel da Lupa gostou da ideia e agora transformou em bandeira.

Pois já que é para esculhambar, acho que os times paranaenses também podem mandar remanufaturar alguns títulos. Bem conversado, sairemos da CBF com mais quatro conquistas nacionais. Vejamos.

Torneio dos Campeões

Em 1968, primeiro ano de Robertão, a CBD realizou torneios regionais, Centro-Sul e Norte-Nordeste. O Grêmio Maringá venceu o Centro-Sul e partiu para o duelo com o Sport. Despachou o Leão com duas vitórias por 3 a 0. O próximo passo era enfrentar o Santos, campeão da Taça Brasil. Empates por 1 a 1 e 2 a 2 e o Peixe desistiu do jogo-desempate, pois havia agendado amistosos no exterior.

O Galo foi automaticamente classificado para pegar o Botafogo, campeão do Robertão, valendo o título do torneio e vaga na Libertadores de 1969. Mas antes de a bola rolar para o primeiro jogo, a CBD desistiu de mandar brasileiros para a Libertadores. O Fogão desinteressou-se pela disputa e aceitou dar o troféu para o Galo. Um título nacional legítimo, com direito a triunfos sobre dois dos grandes títulos da época.

Torneio do Povo

A lógica era simples: o time mais popular de cada um dos seis estados mais fortes do futebol brasileiro. Um paulista, um fluminense, um gaúcho, um mineiro, um paranaense e um baiano. A primeira fase era um hexagonal e a fase decisiva, um quadrangular, ambos em turno único. Em 1973, na terceira edição do torneio, o Coritiba derrotou o Flamengo duas vezes, bateu o Corinthians em outra oportunidade e derrotou o Atlético-MG em Minas. Fechou a campanha na Fonte Nova, contra o Bahia, com um empate por 2 a 2. Mais um título nacional legítimo.

Febrafu

Para ocupar o calendário das equipes eliminadas do Campeonato Brasileiro de 1997, a CBF e o SBT organizaram o Festival Brasileiro de Futebol. O torneio foi quase todo realizado em Campo Grande. Contou com o São Paulo, então bicampeão mundial e sul-americano; o Corinthians, que venceria os dois brasileiros seguintes; o Botafogo, campeão nacional de 1995, entre outros.

O Coritiba venceu os três jogos da primeira fase, contra Rio de Janeiro (hoje CFZ), Vitória e São Paulo. Do outro lado avançou o Botafogo. O Coxa conseguiu levar o jogo para o Couto Pereira. E após um eletrizante 3 a 3, conquistou o título nos pênaltis, por 7 a 6. Aliás: por que o Coxa gosta de conquistar títulos nacionais empatando, hein? Enfim, mais um título nacional legítimo.

Seletiva

Dois anos depois do Febrafu, a CBF mais uma vez decidiu ocupar o calendário de fim de ano dos clubes que iam caindo no Brasileiro. A diferença é que a Seletiva dava uma vaga na Libertadores de 2000 e a participação era obrigatória para quem caía no Brasileirão.

Eliminado na primeira fase da Série A, o Atlético começou sua caminhada na seletiva contra a Portuguesa. Levou 3 a 1 no Canindé, recuperou-se com um 2 a 0 na Arena.

Segunda fase, Atletiba. A virada por 4 a 1 sobre o rival no Couto Pereira encaminhou a classificação, mesmo com a derrota por 2 a 1 no primeiro clássico entre os dois na Arena.

Quartas de final, Internacional como adversário. Em Porto Alegre, empate por 1 a 1. Na Arena, vitória por 2 a 1, vingando a primeira derrota da história do estádio e deixando o clube a quatro jogos do título e da Libertadores.

Na semifinal, duelo com o São Paulo, que havia caído nesta mesma fase do Brasileiro. Com a Arena fechada para um show (acho que foi Sandy & Júnior. Foi mesmo?), a partida foi para o Couto Pereira. Vitória atleticana por 4 a 2 e a chance de classificar-se até com derrota por um gol no Morumbi. E foi o que aconteceu. Com Flávio inspirado, o Furacão perdeu por 2 a 1, mas seguiu em frente.

Na decisão, mais um vez o primeiro confronto em Curitiba. Lucas comandou a vitória por 3 a 0 sobre o Cruzeiro. O 2 a 2 no Mineirão só consolidou a conquista rubro-negra e a vaga na Libertadores. Mais um título nacional legítimo.

Quatro taças conquistadas com muito esforço, derrubando gigantes do futebol nacional. Só falta o carimbo do “dotô” Ricardo Teixeira.

O DONO DESTE BLOG ADVERTE: NÃO LEVE A SÉRIO ESSE POST. OS TÍTULOS FORAM BACANAS E LEGÍTIMOS, MAS NÃO SÃO UM BRASILEIRÃO. CADA MACACO NO SEU GALHO.

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Os políticos paranaenses e a Copa de 2014

Aviso já de saída: segue uma entrevista comigo mesmo. Não, não cheguei ao grau de inventividade do Salvador Hugo Palaia, que fez uma autoentrevista. As respostas são minhas, mas as perguntas, do colega Silvio Rauth Filho, do Jornal do Estado, para uma matéria sobre a atuação dos políticos paranaenses na organização da Copa do Mundo em Curitiba. A reportagem foi publicada ontem no JE. O Silvio, ótimo jornalista que é, destacou duas frases minhas que resumem bem meu pensamento sobre o tema. Mas para que ele não seja o único obrigado a ler as bobagens que falei a respeito, reproduzo embaixo a entrevista na íntegra, concedida por e-mail.

JE – Que avaliação faz do trabalho dos políticos paranaenses para trazer a Copa 2014 para Curitiba?

LMJ – O trabalho tem ido de péssimo a regular. No começo o Requião não estava nem aí para a história, precisou ser quase arrastado até o Rio de Janeiro para o beija-mão com o Ricardo Teixeira. Teve o Gomyde que menos ajudou que atrapalhou. A Comissão da Câmara Municipal, que parece sempre mais disposta em aparecer e colar sua imagem ao Mundial do que efetivamente discutir de forma séria a relação custo-benefício da Copa na cidade. Por mais que os políticos batam no peito para dizer o contrário, Curitiba entrou na Copa por inércia. É uma cidade com uma infraestrutura já melhor que as demais (não que seja ideal, longe disso) e teve um projeto de estádio semi-pronto. Somou a isso o esforço mínimo necessário para estar lá.

As subsedes da Copa ainda podem ser excluídas pela FIFA. Os políticos paranaenses estão fazendo um trabalho suficiente para manter Curitiba? Estão unidos e comprometidos com esse objetivo?

Estão rezando a cartilha da Fifa. Garantindo a isenção de impostos para toda a movimentação pré- Copa, fazendo a engenharia necessária para as obras (estádio inclusive) consumirem dinheiro público. Estão fazendo o necessário para a coisa funcionar, não que isso seja necessariamente o melhor para o estado. Ao que tudo indica, Natal fica pelo caminho e só. Chegaremos a 2014 com 11 subsedes.


A tradicional autofagia da política paranaense já se manifestou nesse trabalho para trazer a Copa para Curitiba? A autofagia ainda pode atralhar esse trabalho?

Eu acho que foi menos a autofagia política e mais o clubismo cego. Coritiba e Paraná se associarem ao Moura para ressuscitar o Pinheirão foi patético. Menos ruim acreditar que o Gionédis e o Miranda queriam só cutucar o Atlético a pensar que eles realmente confiavam naquele projeto. Para você ver a que ponto nós descemos em todo esse processo de Copa. O Gomyde, como Paraná Esporte, também sempre teve posturas que permitiram pensar que ele estava olhando o interesse do Coritiba antes do interesse do estado. O que era um absurdo. Afinal, no clube ele era dirigente eleito e no governo, diretor pago com dinheiro público. O mínimo a se esperar era que ele pensasse em quem pagava o salário dele, não em quem faz ele gritar gol no estádio.

A paixão clubística interfere no trabalho dos políticos nesse processo? Ou seja, os políticos atleticanos demonstram mais interesse pela Copa 2014? E os políticos torcedores do Coritiba e do Paraná?

Respondi um pouco logo acima. Mas não acho justo ficar batendo só em um. Veja quem sempre esteve à frente no processo: Alexandre Curi, atleticano. Pessuti, atleticano. Mário Celso, comissão da Câmara, atleticano. Lembro que houve um movimento contrário na Câmara. Quem estava à frente? Stephanes Júnior, coxa. É absurdo. Passa a clara impressão de que os caras que remaram a favor só fizeram isso porque são atleticanos e quem se opôs só fez isso por ser coxa ou paranista. Realmente uma maneira muito séria de lidar com os interesses do estado, não?

Algum político já se destacou negativamente nesse trabalho político para trazer a Copa para Curitiba? Quem?

Quem mais saiu chamuscado foi o Gomyde, sem dúvida. O Requião também saiu com a imagem de que não fazia questão de trazer a Copa para o estado e só se mexeu porque alguém buzinou no ouvido dele que a perda política seria enorme.

E algum se destacou positivamente?  Quem?

Não. A atuação geral foi patética ou no máximo protocolar, cumpridora de tabela. Se teve alguma figura que realmente ralou pela Copa aqui foi o Petraglia. Não sei se pensando só no Atlético, no estado ou nos negócios que as empresas dele podem fechar referentes ao Mundial. Mas foi alguém que tirou a bunda da cadeira para fazer a coisa acontecer.

A Copa 2014 pode mudar a política paranaense? Pode unir adversários históricos ou separar aliados? Pode revelar novos líderes políticos?

A Copa tem um potencial enorme, ainda mais no Brasil, para desvios de dinheiro, obras superfaturadas e toda a sujeira que a gente já está acostumado a ver no nosso país. A maioria absoluta da classe política vai dizer amém para tudo. Mas haverá espaço e holofote na imprensa para quem se propuser a fiscalizar, a cobrar seriedade no processo. Quem tiver inteligência e coragem de nadar contra a maré, vai se destacar. Pois é tão certo que haverá mal uso de dinheiro público em todas as sedes da Copa quanto que você, eu e os leitores só estamos vivos porque respiramos ininterruptamente.

Teremos eleições em 2012 e 2014. Essas eleições podem prejudicar ou beneficiar Curitiba como subsede da Copa 2014?

Você precisa pensar com a cabeça do Ricardo Teixeira, que é o homem da Copa. Ele adora o Beto Richa, já disse isso várias vezes. Com o Beto governador até a Copa, o estado não deverá ter problemas. No meio do caminho tem uma eleição municipal. Por enquanto, não parece haver nenhum candidato no horizonte com perfil para brigar com a CBF, “causar problemas” para a operação Copa. Afinal, quem são os opositores políticos do Ricardo Teixeira no estado? Alvaro Dias não iria nem ao segundo turno numa eleição em Curitiba. Dr. Rosinha já foi candidato e não conseguiu muita coisa. A esperança é a de formarmos uma Câmara mais combativa em 2012, mas isso parece muito distante de acontecer.

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Estrela de prata

Na coluna interina de hoje da Gazeta do Povo, para cobrir as férias do Tostão, escrevi sobre a possibilidade de o Coritiba bordar uma estrela de prata na camisa, caso seja campeão da Série B. Reproduzo abaixo a minha argumentação pró-estrela e deixo a caixa de comentários para que vocês deem a sua opinião. A continuação da coluna está aqui.

 

Pelas contas de Ney Franco, com mais três vitórias o Coritiba sobe. Outras três – conta minha – e será campeão. Uma matemática bem real para quem ainda tem dez rodadas pela frente e tem sido cada vez mais eficiente.

 

E se for campeão, o Coritiba borda uma estrela de prata na camisa? Há alguns meses ouvi uma entrevista do Vilson Ribeiro de Andrade, em que ele admitia, sim, essa possibilidade. Conceitualmente sou contra. Imortalizar no uniforme um título de Segunda Divisão é balizar as pretensões do clube. Quem festeja título de Série B se contenta com isso.

 

Mas há exceções. O título de 95 do Atlético é uma delas. Foi uma conquista que marcou o início de um novo período no clube. Ter a estrela prateada na camisa lembra ao atleticano o quanto foi sofrido o caminho para poder bordar uma amarela também.

 

O Coritiba de 2010 é outra exceção. Se for campeão da Série B – como tudo indica que será –, o Coxa protagonizará uma das maiores viradas da história do futebol brasileiro. A estrela prateada seria o símbolo deste renascimento. Ao invés de deixar opaca, só aumentaria o brilho da estrela amarela posicionada acima do escudo.

 

Só para não dar brecha a qualquer tipo de ilação. Mais de uma hora depois de enviar a coluna eu vi que o Tiago Recchia havia escrito a respeito no seu blog e na coluna impressa. Não mudaria minha opinião, mas possivelmente teria me feito escrever sobre o tema mais adiante, para não dar brecha para ninguém pensar que foi combinado ou há alguma campanha por isso. Foi só coincidência, gente, beleza?

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Para Conselho de Ética, Julião é ponderado e equilibrado

Extraído do site da Câmara de Vereadores de Curitiba.

 

Durante o encontro, a palavra foi aberta ao vereador Julião Sobota, para detalhar o ocorrido no último dia 17 de setembro. Na data, o parlamentar e presidente da torcida organizada “Os Fanáticos” tomou parte em um confronto entre torcedores do Clube Atlético Paranaense, nas imediações do estádio Joaquim Américo.
Para Julião, o incidente foi fruto da dificuldade de diálogo entre grupos rivais. Ele cobrou mais atuação da polícia e autoridades públicas na identificação e punição dos torcedores violentos. “Não existe briga de torcidas no Brasil, elas existem na Europa. O que acontece em Curitiba é vandalismo, é covardia contra os cidadãos da cidade”, defendeu o vereador. Julião atribui ao grupo dissidente dos “Fanáticos” o descumprimento de exigências do Ministério Público, especialmente na região do Sítio Cercado.
O parlamentar qualificou o episódio como mais uma tentativa frustrada de retomar o diálogo e inibir a violência na cidade. “Nós fomos agredidos, o que confirma o histórico de violência destas pessoas. Já passamos as informações sobre eles ao Ministério Público, esperamos providências”, afirmou Julião. Os vereadores presentes no Conselho de Ética destacaram a boa imagem que o parlamentar construiu em dois anos de mandato, mostrando-se uma pessoa ponderada e equilibrada.

 

Dizer que não há briga de torcida no Brasil é uma piada de péssimo gosto. É só dar um google e uma busca no YouTube para ver que não é bem assim.

 

Realmente o vereador demonstrou ponderação e equilíbrio ao dizer em plenário que gostaria de ter metido a mão na cara de alguém no episódio entre organizadas.

 

A Comissão de Ética vai consultar polícia e Ministério Público antes de tomar alguma providência.

 

Roberto Hinça, Serginho do Posto, Professora Josete, Julieta Reis e Aladim Luciano participaram da reunião.

 

E eu que tive a esperança de que algo poderia sair desta reunião. Santa ingenuidade!

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