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Bola no Corpo se muda de mala e cuia

Quando decidi reativar o Bola no Corpo, estava em busca de um espaço para dar vazão a ideias que não cabiam na linha da revista ESPN em que eu trabalho atualmente, nos 140 toques no twitter ou não poderiam esperar pelas colunas de terça e sexta-feira na Gazeta do Povo. Também queria fazer parte deste momento bacana dos blogs de futebol paranaense, com a consolidação de alguns espaços e o surgimento de outros. A ideia, porém, sempre foi ficar aqui neste minifúndio dentro do mundão do WordPress, usando apenas o twitter, o facebook e o boca a boca como forma de divulgação.

 

Apenas dois dias depois da reativação um contato por MSN mudou o rumo do Bola no Corpo. Rodrigo Fernandes e Marcão Xavier, editor impresso e online de esportes da Gazeta, respectivamente, me chamaram para hospedar o Bola no Corpo na página do jornal. Nem precisei muito para aceitar o convite. Primeiro porque quando ele parte de grandes amigos e profissionais, deixa de ser convite, vira convocação. E também pela possibilidade de fazer os meus escritos chegarem a mais pessoas e trazer mais gente para o debate sobre o nosso futebol.

 

Este endereço continuará ativo (nunca se sabe o dia de amanhã, né?). Mas, daqui por diante, peço aos fiéis companheiros que acessem a nova casa virtual do Bola no Corpo.

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Arena e a Copa

 

Seguindo a minha própria assessoria de imprensa, a segunda parte da coluna desta terça, na Gazeta do Povo. Dedico dois tópicos à Arena. O primeiro, a falar do que a OAS quer do Atlético e do que o Atlético se dispõe a dar à OAS. O segundo, de um questionamento pertinente e incômodo que Petraglia precisa responder antes de botar a mão no bolso filantropicamente para ajudar o clube a ter sua casa na Copa de 2014.

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A bola da vez

Para explicar melhor a nova dinâmica das minhas colunas da Gazeta aqui no blog. Pela manhã, terças e sextas, sempre vou tuitar o link para a página do jornal. E à noite ponho ela quebrada aqui, de acordo com o número de assuntos de que eu tratei. Fechado?

 

Então, para dar a largada, começo com o jogo da semana, Vasco x Coritiba. Na minha modesta avaliação, o momento é favorável ao Coxa. O Vasco está em ascensão, toda a atenção está voltada para São Januário, quase da mesma forma que antes do Coritiba x Palmeiras. E isso é ótimo para o time paranaense.

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Atletiba

Fosse um ano atrás, o Atletiba de domingo já estaria reforçando o vigoroso crescimento de cabelos brancos na minha cabeça. Semana de clássico sempre é diferente, mas quando se trata daquele que é “O clássico” do nosso futebol, o sentimento e a responsabilidade são especiais.

Cobrir um Atletiba é como jogar um Atletiba. Digo isso com a autoridade de quem nunca calçou chuteiras em um confronto entre atleticanos e coxas, mas forjou boa parte da sua cultura futebolística no cimento úmido e molhado do Couto Pe­­reira ou do Pinheirão, mesmo quando estavam em campo Will, Agamenon, Afrânio, Cruvinel, Pirata e Biluca.

 

É o começo da coluna de hoje, na Gazeta do Povo, na qual falo sobre o Atletiba. Não exatamente sobre esse de domingo, mas como o clássico mexe também com um jornalista, tanto quanto com um torcedor. Fiquei sumido essa semana porque o fechamento apertou aqui na revista e não sei se apareço com muita frequência até quarta-feira. Mas vamos tentar. Por enquanto, leiam lá, comentem aqui.

 

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O dedo de Carpegiani

Se Falcão for mesmo o novo técnico do Atlético, deverá isso a Carpegiani. Foi o atual treinador do São Paulo que sugeriu ao comentarista que procurasse a diretoria rubro-negra, por intermédio de seu em­­pre­­sário, para voltar ao banco de reservas após 15 anos na cabine de transmissão. E é o sucesso de Car­­pe­­giani na Baixada, no ano passado, que faz o Atlético acreditar que Falcão, mesmo há tanto tempo fora do mercado, possa funcionar.

 

Assim começa a coluna de hoje, publicada na Gazeta do Povo. Trato basicamente de treinadores. Começo com o provável do Atlético, Paulo Roberto Falcão, muito bem recomendado por Paulo César Carpegiani. Termino com Roberto Cavalo, sacrificado no Paraná, embora, na minha opinião, exista gente lá que mereça mais do que ele.

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Um novo Matthäus

Nem vou entrar no mérito do valor supostamente pedido por Paulo Roberto Falcão para treinar o Atlético. Mesmo que custe 10% dos R$ 500 mil citados por esta Gazeta do Povo, ele será caro.

Falcão não treina um time há uma década e meia. Seu breve currículo ajuda a explicar tamanha ausência. Sua única referência profissional é ter dado a primeira chance aos tetracampeões Mauro Silva, Márcio Santos e Cafu na seleção. Contratar Falcão é uma excentricidade comparável a trazer Lothar Matthäus, bom de marketing, mas ruim de banco de reservas. Duvido que algum atleticano tenha saudade do estrago feito pelo alemão.

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Demissão moral

Em uma tentativa desesperada de salvar o Atlético e a si mesmo, Sérgio Soares esbravejou com o time no intervalo do jogo em Cascavel, co­­mo jamais havia feito em ne­­nhum outro momento da sua passagem pela Baixada. O tratamento de cho­­que claramente não deu resultado, o empate do intervalo virou derrota ao longo do segundo tempo. Sérgio Soares voltou para Curi­­ti­­ba no ônibus, abatido, com a cla­­ra consciência de que sua trajetória no Rubro-Negro havia acabado moralmente no Estádio Olímpico.

 

Sexta-feira, dia de coluna, e claro, o tema não poderia ser outro, que não a demissão de Sérgio Soares. Falo um pouco sobre o que aconteceu em Cascavel, os problemas do elenco, o perfil do novo treinador e outras coisas mais. Leia , comente aqui.

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A era da suposição

Kerlon construiu sua carreira a partir da suposição de que se tornaria um craque. Ao ver a repercussão causada pelo drible da foca no Sul-A­­me­­ricano Sub-17 de 2005, o Cru­­zeiro supôs que ele seria um bom reforço para o time profissional e o promoveu. Lá Kerlon teve curtas se­­quências de jogos, seguiu aplicando seu drible invariavelmente em partidas já decididas. Então o em­­presário Mino Raiola supôs que aquele garoto era valioso e pagou 1,3 milhão de euros para tirá-lo do Cruzeiro e colocá-lo no Chievo.

 

Início da coluna de hoje, em que eu falo sobre Kerlon, novo reforço do Paraná. Mais exatamente por ele ter avançado na carreira em cima do craque que se esperou que ele ainda possa se tornar, não efetivamente daquilo que ele realmente fez em campo. E a partir daí faço toda uma reflexão sobre mercado do futebol, ser, parecer, essas coisas. Enfim, uma bela viajada, mas ficou bacana.

 

Aproveito para me desculpar pela sumida. Fechamos a revista ESPN de fevereiro ontem e mal sobra tempo para dormir, o que dizer pensar em coisas legais para escrever aqui no blog. Amanhã eu volto ao ritmo normal. Por enquanto, leiam a coluna e comentem aqui.

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Superegos

Na entrevista coletiva após a derrota para o Rio Branco, Roberto Cavalo estimulou o trocadilho infame com seu apelido ao dar explicações ásperas para a derrota paranista. Domingo foi a vez de Marcelo Oliveira recusar-se a responder duas simples questões: “Por que Davi não foi relacionado?” e “Por que Lucas Mendes não entrou no lugar de Rafinha, uma bomba-relógio prestes a explodir?”. As duas reações são sinais dos tempos atuais.

 

Assim começa a coluna desta terça-feira, na Gazeta do Povo. Falo da irritação injustificada dos treinadores, que exigem valorização e reconhecimento, mas são incapazes de aceitar um confronto às suas ideias, mesmo quando elas dão claramente errado. Como prometido, também retorno ao tema da sexta-feira passada, o quanto o Coritiba está preparado para o dia em que a empresa que tem relação com oito jogadores do elenco simplesmente decidir ir embora. Leia , comente aqui.

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Eu não posso ser você amanhã

Sexta-feira, vocês já sabem, dia de coluna. Hoje falo de uma curiosidade do Paratiba de domingo. O Coxa vai a campo com inúmeros jogadores que passaram recentemente pelo Paraná, traslado feito pela L.A. Sports. Uma parceria que tem dado bons resultados imediatos ao Coritiba, mas exige uma preparação para que, no futuro, o clube não passe pelo mesmo aperto que o Tricolor. E já aviso que voltarei a escrever sobre o tema na terça-feira. A dinâmica é a de sempre. Leiam no site da Gazeta do Povo e, se acharem válido, comentem aqui.

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