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Um banco para Baier

Dá gosto de ver Paulo Baier jogar. Ele não é um craque. Sua maestria está em descobrir atalhos. Em um futebol cada vez mais corrido, Baier faz o simples: pensa. O raciocínio tira os zagueiros acéfalos do caminho, economiza energia, garante as vitórias. Paulo Baier dá exemplo para qualquer profissão, faz lembrar que a inteligência ainda prevalece sobre o vigor e a intensidade.

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A matemática de resultados das obras da Copa

O Ministério do Esporte publicou nesta sexta-feira um levantamento sobre em que pé estão as obras nos 12 estádios para a Copa de 2014 e fez uma projeção de quando eles ficarão prontos. Demorou para ser apresentado algo do gênero. Há duas semanas estava engasgada na garganta do governo a capa da Veja que previa a conclusão de alguns estádios somente para 2038.

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Vai com Deus, guri: Guerrón

Ainda me impressiono ao ver profissionais que lidam diretamente com a midia não aprenderam que, no mundo de hoje, uma declaração pública repercute instantaneamente. Jogadores de futebol são mestres nesse tipo de mancada. A turma de vanguarda dá suas caneladas no Twitter. O pessoal mais conservador se complica nas boas e velhas entrevistas.

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Dupla Atletiba deveria olhar para o mercado sul-americano

 

A CBF confirmou a antecipação da janela de importação para o dia 20 de junho. Nos próximos dias, deve ampliar o limite de estrangeiros na súmula para quatro jogadores. Combinando as duas informações, lembro que a dupla Atletiba tem investido pouco no mercado sul-americano.

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Atlético Paranaense leva 4 e perde final da Libertadores

Enquanto o Coritiba enfrentava o Vasco na final da Copa do Brasil, o Atlético Paranaense decidia a Libertadores. A empolgante campanha encheu a torcida de esperança, mas não foi suficiente para superar o favorito na final. Resultado: derrota por quatro gols e o vice-campeonato da América.

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Arena e a Copa

 

Seguindo a minha própria assessoria de imprensa, a segunda parte da coluna desta terça, na Gazeta do Povo. Dedico dois tópicos à Arena. O primeiro, a falar do que a OAS quer do Atlético e do que o Atlético se dispõe a dar à OAS. O segundo, de um questionamento pertinente e incômodo que Petraglia precisa responder antes de botar a mão no bolso filantropicamente para ajudar o clube a ter sua casa na Copa de 2014.

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Atletiba

Fosse um ano atrás, o Atletiba de domingo já estaria reforçando o vigoroso crescimento de cabelos brancos na minha cabeça. Semana de clássico sempre é diferente, mas quando se trata daquele que é “O clássico” do nosso futebol, o sentimento e a responsabilidade são especiais.

Cobrir um Atletiba é como jogar um Atletiba. Digo isso com a autoridade de quem nunca calçou chuteiras em um confronto entre atleticanos e coxas, mas forjou boa parte da sua cultura futebolística no cimento úmido e molhado do Couto Pe­­reira ou do Pinheirão, mesmo quando estavam em campo Will, Agamenon, Afrânio, Cruvinel, Pirata e Biluca.

 

É o começo da coluna de hoje, na Gazeta do Povo, na qual falo sobre o Atletiba. Não exatamente sobre esse de domingo, mas como o clássico mexe também com um jornalista, tanto quanto com um torcedor. Fiquei sumido essa semana porque o fechamento apertou aqui na revista e não sei se apareço com muita frequência até quarta-feira. Mas vamos tentar. Por enquanto, leiam lá, comentem aqui.

 

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Falcão subiu no telhado

Estou a caminho do Shopping Eldorado, para assistir Cisne Negro e depois destrinchar uma costela de porco do Outback, mas antes passo aqui para dar meu pitaco sobre o não acerto entre Atlético e Paulo Roberto Falcão. Segundo Ênio Fornea, me informam os sites, as partes não chegaram a um acordo sobre valor de salário e prazo de contrato.

 

Uma pessoa muito mais bem informada do que eu (se ela, a pessoa, deixar, eu cito o nome) me disse durante a semana que o Atlético queria pagar R$ 200 mil, mas no pau da goiaba chegava a R$ 250 mil. O prazo desejado por Falcão, de acordo com a imprensa gaúcha, era de dois anos. Nos dois casos, deve ter pesado a longa ausência de Falcão do banco de reservas.

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O dedo de Carpegiani

Se Falcão for mesmo o novo técnico do Atlético, deverá isso a Carpegiani. Foi o atual treinador do São Paulo que sugeriu ao comentarista que procurasse a diretoria rubro-negra, por intermédio de seu em­­pre­­sário, para voltar ao banco de reservas após 15 anos na cabine de transmissão. E é o sucesso de Car­­pe­­giani na Baixada, no ano passado, que faz o Atlético acreditar que Falcão, mesmo há tanto tempo fora do mercado, possa funcionar.

 

Assim começa a coluna de hoje, publicada na Gazeta do Povo. Trato basicamente de treinadores. Começo com o provável do Atlético, Paulo Roberto Falcão, muito bem recomendado por Paulo César Carpegiani. Termino com Roberto Cavalo, sacrificado no Paraná, embora, na minha opinião, exista gente lá que mereça mais do que ele.

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A terceira primavera de Kléberson

Kléberson teve dois períodos grandiosos na sua carreira. Dois momentos em que ganhou títulos, fama, idolatria e dinheiro.

O primeiro, entre 2001 e 2002, foi indiscutivelmente o melhor momento do Xaropinho nos gramados. Sagrou-se campeão brasileiro como o melhor jogador do Atlético, recebeu e agarrou a oportunidade de defender a seleção brasileira, teve papel fundamental na conquista do pentacampeonato – deu o passe para o gol de Ronaldo contra os belgas, iniciou a jogada do gol de Rivaldo diante dos ingleses, deu o passe para Ronaldo marcar o segundo contra os alemães.

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