Kerlon construiu sua carreira a partir da suposição de que se tornaria um craque. Ao ver a repercussão causada pelo drible da foca no Sul-Americano Sub-17 de 2005, o Cruzeiro supôs que ele seria um bom reforço para o time profissional e o promoveu. Lá Kerlon teve curtas sequências de jogos, seguiu aplicando seu drible invariavelmente em partidas já decididas. Então o empresário Mino Raiola supôs que aquele garoto era valioso e pagou 1,3 milhão de euros para tirá-lo do Cruzeiro e colocá-lo no Chievo.
Início da coluna de hoje, em que eu falo sobre Kerlon, novo reforço do Paraná. Mais exatamente por ele ter avançado na carreira em cima do craque que se esperou que ele ainda possa se tornar, não efetivamente daquilo que ele realmente fez em campo. E a partir daí faço toda uma reflexão sobre mercado do futebol, ser, parecer, essas coisas. Enfim, uma bela viajada, mas ficou bacana.
Aproveito para me desculpar pela sumida. Fechamos a revista ESPN de fevereiro ontem e mal sobra tempo para dormir, o que dizer pensar em coisas legais para escrever aqui no blog. Amanhã eu volto ao ritmo normal. Por enquanto, leiam a coluna lá e comentem aqui.