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A demissão de Ricardo Pinto e a fábrica tricolor de técnicos

A demissão de Ricardo Pinto vem na hora errada. Errada porque já deveria ter ocorrido antes. Ricardo ainda precisa ganhar mais experiência antes de pegar um rabo de foguete como o Paraná atual. Deveria ter sido trocado logo após o Paranaense. Poderia ser pior. O clube poderia levar um turno inteiro para se convencer da aposta ruim, mas de qualquer maneira já perdeu três rodadas.

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Estrela de prata

Na coluna interina de hoje da Gazeta do Povo, para cobrir as férias do Tostão, escrevi sobre a possibilidade de o Coritiba bordar uma estrela de prata na camisa, caso seja campeão da Série B. Reproduzo abaixo a minha argumentação pró-estrela e deixo a caixa de comentários para que vocês deem a sua opinião. A continuação da coluna está aqui.

 

Pelas contas de Ney Franco, com mais três vitórias o Coritiba sobe. Outras três – conta minha – e será campeão. Uma matemática bem real para quem ainda tem dez rodadas pela frente e tem sido cada vez mais eficiente.

 

E se for campeão, o Coritiba borda uma estrela de prata na camisa? Há alguns meses ouvi uma entrevista do Vilson Ribeiro de Andrade, em que ele admitia, sim, essa possibilidade. Conceitualmente sou contra. Imortalizar no uniforme um título de Segunda Divisão é balizar as pretensões do clube. Quem festeja título de Série B se contenta com isso.

 

Mas há exceções. O título de 95 do Atlético é uma delas. Foi uma conquista que marcou o início de um novo período no clube. Ter a estrela prateada na camisa lembra ao atleticano o quanto foi sofrido o caminho para poder bordar uma amarela também.

 

O Coritiba de 2010 é outra exceção. Se for campeão da Série B – como tudo indica que será –, o Coxa protagonizará uma das maiores viradas da história do futebol brasileiro. A estrela prateada seria o símbolo deste renascimento. Ao invés de deixar opaca, só aumentaria o brilho da estrela amarela posicionada acima do escudo.

 

Só para não dar brecha a qualquer tipo de ilação. Mais de uma hora depois de enviar a coluna eu vi que o Tiago Recchia havia escrito a respeito no seu blog e na coluna impressa. Não mudaria minha opinião, mas possivelmente teria me feito escrever sobre o tema mais adiante, para não dar brecha para ninguém pensar que foi combinado ou há alguma campanha por isso. Foi só coincidência, gente, beleza?

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Coritiba, ano 1

 

Do Flickr de Fabio Adriano (http://flickr.com/photos/fabioadriano

 

Admito que não imaginava ver o Coritiba chegar tão bem aos 101 anos. A forma como o clube desabou para a Série B no 6 de Dezembro, vítima da insanidade de parte da torcida e da incompetência covarde e populista de seus dirigentes, sem casa, sem dinheiro, sem rumo, projetava um 2010 infernal, marcado muito mais pela luta para permanecer na Segunda Divisão do que voltar para a Primeira.

A realidade deste 12 de outubro de 2010 é bem diferente e por isso deve ser valorizada. Em duas horas o Coritiba entra em campo líder da Série B, fazendo cálculos de quando irá voltar para a Série A. Claro que isso não aconteceu por acaso.

Não sou de elogiar dirigentes de futebol. Considero que, em regra, são como elefantes na loja de cristal: entram cheio de pompa, chamam a atenção, mas invariavelmente cada passo seu é desastrado e causa um estrago tremendo.

A diretoria atual do Coritiba, porém, merece elogio. Com pouco dinheiro, fez as escolhas certas. São poucas as contratações que deram errado e quem ficou do ano passado (Ney Franco incluído) comprou a ideia de que reerguer o Coxa seria bom para todos. O clube pôs a organizada no seu devido lugar, deixa claro o tipo de torcedor que quer ao seu lado. Bancou uma política impopular de ingressos, para valorizar o plano de sócios e garantir uma receita fixa ao clube – como nem tudo é perfeito, reafirmo que o Couto Pereira ainda não tem conforto que justifique um ingresso tão salgado.

O Coritiba voltará à Primeira Divisão bem melhor do que em 2007. Primeiro porque volta realmente unido, aquela união que só é possível quando se chega ao fundo do poço, não a união calcada na arrogância que tanto prejudicou o clube. Também porque volta com os pés no chão, sem o deslumbramento que assombrou a gestão coxa-branca nas administrações de Giovani Gionédis e na primeira de Jair Cirino – hoje, presidente só no papel.

Hoje, mais do que um feliz aniversário, o Coritiba merece um feliz renascimento.

O show de Vital

Para completar, um vídeo. Não é de um jogo de 12 de outubro, mas é de um Coritiba na Série B contra um adversário alvirrubro. O jogo é Coritiba 5 x 0 Mogi Mirim, dia 26 de novembro de 1995, pescado da página dos Helênicos no Youtube. Era a primeira rodada do quadrangular final da Segundona daquele ano. O Coxa, curiosamente, havia chegado até ali graças ao Mogi.

Uma semana antes, já desenganado, o Coritiba bateu o eliminado Ceará, em Fortaleza, por 2 a 0, mas precisava que o Remo, em casa, não derrotasse o Mogi, classificado e sem oito titulares. O jogo do Coxa acabou uns dez minutos antes e todos os jogadores se juntaram no gramado, em torno do Edu Brasil, da Rádio Clube, para saber o que acontecia em Belém. A B-2 havia entrado em cadeia com a Rádio Clube do Pará, que transmitia a massacrante pressão azulina, barrada por Aílton Cruz, goleiro do Sapão. O jogo acabou 0 a 0, o Coxa seguiu e encarou o Mogi uma semana depois.

O nome do jogo foi Vital, um centroavante ruim de doer, talvez um dos piores que já vestiram a camisa alviverde nas duas últimas décadas. Pois Vital estava iluminado. Fez quatro gols e deu um passe magistral para o quinto, de Pachequinho.

O camarada Rodrigo Fernandes, hoje editor de Esportes da Gazeta do Povo, na época fazia cursinho e conta ter visto, na manhã seguinte, Vital dormindo em um dos bancos de madeira ali da Vicente Machado, perto da zona… digamos, boêmia, da cidade. Mas, depois de fazer quatro gols, Vital mereceu a putaria que o levou até o banco da praça.

 

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Boa, Paraná

Informa Monique Vilela, via Twitter, que a diretoria do Paraná voltou atrás e irá fazer a promoção de ingresso a R$ 5 no setor originalmente destinado ao visitante para o jogo de sábado, contra o Icasa. Parabéns à diretoria tricolor, por não se dobrar à pressão da organizada e pensar no verdadeiro torcedor. Agora é obrigação dos paranistas ir ao estádio sábado.

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Organizada barra promoção de ingresso no Paraná

Matéria publicada na Gazeta do Povo desta quarta-feira dá mais uma indicação de como as coisas estão sem rumo na Vila Capanema. A assessoria de imprensa do Paraná havia informado aos setoristas do clube que o setor de visitante no jogo do Icasa, sábado, ficaria à disposição dos paranistas, com ingressos vendidos a R$ 5. Alguns minutos depois, a promoção foi cancelada.

O que fez o clube mudar de ideia tão rapidamente foi uma juntada do João Quitéria, vice da Fúria Independente, no diretor de futebol Guto de Mello, testemunhada por todo mundo que estava na Vila ontem à tarde. A cobrança tem motivação financeira. A organizada recebe 500 ingressos por jogo e revende, uma operação que rende em torno de R$ 7,5 mil. Com ingresso a R$ 5, valeria mais a pena para o torcedor comprar na bilheteria e dar dinheiro diretamente ao clube do que financiar a organizada.

Clube que passa a mão na cabeça de organizada, mais cedo ou mais tarde, paga por isso, está cheio de exemplo para comprovar. Por outro lado, é triste constatar que esses 500 bilhetes revendidos representam uma parcela significativa do público que costuma frequentar a Vila.

Como também é triste uma coincidência que envolve o episódio de ontem. Quando foi chamado por João Quitéria, Guto de Mello estava conversando com Renato Trombini. Empresário bem sucedido, único integrante da “revolução paranista” a não abandonar o barco. Ele manteve o compromisso assumido no fim do ano passado, pôs dinheiro no clube, participa do dia a dia, tem feito o possível para salvar o Paraná.

Definitivamente, o Tricolor precisa de mais gente como Trombini. E cada vez menos precisa de gente como João Quitéria. Na verdade, o Paraná precisa dos seus torcedores de verdade, para não ficar refém da organizada. Basta olhar para o Alto da Glória para ver que essa combinação não funciona.

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Troca de comando

Comentário rápido sobre as trocas de comando na dupla da Rebouças.

- Sobre Marcelo Oliveira, já escrevi no sábado: demiti-lo foi um erro; se o Paraná não está afundado na zona de rebaixamento é graças a ele;

- O Atlético bancou Carpegiani quando todo mundo queria a cabeça dele. Os resultados provaram que o clube estava certo. Mas Carpegiani deu motivo para o clube não hesitar em mandar o próximo técnico embora, mesmo com contrato em vigor, diante dos primeiros resultados ruins;

- O São Paulo não perde essa obsessão pelos clubes paranaenses. E nem a mania de negociar direto com jogadores ou

técnicos;

- Melhor o bom e barato Sérgio Soares do que os caros e ex-bons Tite e Luxemburgo;

- Roberto Cavalo é boleirão e motivador. Deu certo no Paraná ano passado, mas não me parece o cara ideal para livrar o pescoço do time neste ano, simplesmente porque não vejo o Paraná com muita salvação.

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Os filhos da revolução

Anderson Aquino

André Luiz

Alessandro Lopes

Ceará

Chicão

Cristian

Davis

Diego Corrêa

Dieguinho

Douglas Henrique

Douglas Santana

Edimar

Élvis

Everton

Flavinho

Fransérgio

Gilson

Guaru

Ígor

Irineu

Ives

Jean

Jéfferson

João Leonardo

João Paulo

Juan

Juninho

Júnior

Kim

Leandro Bocão

Lima

Luiz Camargo

Luís Henrique

Marcelo

Marcelo Toscano

Márcio Diogo

Murilo

Paulo Henrique

Pará

Rodrigo Pimpão

Rogério

Serginho Catarinense

Somália

Thiago Rodrigues

Tiago

Vinícius

Walderi

Wanderson

Wellington Silva

William

Yohei

Estes são os 51 jogadores que o Paraná usou em 2010 até a derrota de sexta-feira, para a Portuguesa. Os quase cinco times montados pela Revolução Paranista, grupo que prometia mudar a história do clube – faltou avisar que seria para pior.

A qualidade técnica da lista, com raras e honrosas exceções, é mínima, digna de quem caminha para a Série C. O Paraná só não está em situação pior por causa de Marcelo Oliveira. O treinador armou um time capaz de endurecer todos os jogos com a dupla Atletiba e até de beliscar a liderança da Série B. Mais do que isso, soube tirar dedicação de um elenco que está desde o início do ano com salário atrasado. Fez o grupo perceber que o direito a greve e o dever de fazer um bom trabalho podem e devem conviver. E foi “premiado” com a demissão.

É provável que alguém evoque uma das verdades absolutas do futebol, de que é preciso “criar um fato novo” para motivar a equipe. Mexer com uma das poucas coisas que funcionam é criar problema novo. No estágio atual, não será trocando treinador que o Paraná reverterá sua tendência de queda.

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Pires na mão

Por indicação do Luiz Augusto Xavier, acabo de ler a carta aberta do Renato Trombini, publicada pelo blog do Zé Beto. Trombini merece toda a consideração por não ter fugido do pau entre as promessas mil da Revolução Paranista e a realidade do clube este ano. Mas a carta é deprimente. Expõe a situação do Paraná com uma crueza de dar pena. O Paraná está de joelhos e com o pires na mão. Caminha firme para se tornar um Santa Cruz sem 10% do apoio popular da Cobra Coral. Sad, but true.

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Encruzilhada tricolor

O Paraná enfiou-se em um buraco que só lhe resta vender a alma. Guto de Mello assumiu essa possibilidade ao dizer que a diretoria admite terceirizar o departamento de futebol.

Primeiro que o tema é tratado como se não fosse uma realidade na Vila Capanema. Desde 2003 o Paraná entrega seu futebol a parceiros, em maior ou menor grau. Até as categorias de base foram arrendadas. Sérgio Malucelli, L.A., Base, Amaral Sports, todos passaram por ali, conseguiram seu lucro e deixaram o Paraná um pouco mais fraco.

A tendência é só piorar. Afinal, que tipo de empresa vai assumir o departamento de futebol de um clube que há três anos está estacionado na metade de baixo da classificação da Série B? Certamente não será um parceiro que só colocará craque no Tricolor. Longe disso.

A outra opção é recorrer a um mecenas, alguém apaixonado pelo clube com grana suficiente para ajustar as contas a fundo perdido. O problema é que essa tentativa já foi feita ano passado, com o anúncio da Revolução Tricolor. O grupo ofereceu um bem servido almoço em Santa Felicidade, fez discursos inflamados e morreu por ali. Aramis Tissot e Renato Trombini seguiram em frente. O primeiro afastou-se essa semana; o segundo, até colocou bastante dinheiro, mas foi até um certo limite.

Apesar disso tudo, não concordo com Mário Celso Petraglia, que disse ao companheiro Cahuê Miranda que o Paraná não tem solução. Não há solução apenas se o Tricolor sonhar em reeditar os anos 90. Isso, lamento, será quase impossível. Comparo ao Atlético, que estava em uma situação pior em 95, ou ao Coritiba, que desmoronou para a Série B ano passado. Para os dois a recuperação é mais fácil, pois a “clientela” é maior. Há mais torcedores dispostos a ir ao estádio, a consumir o clube. A torcida paranista é estatisticamente menor e comparece em massa à Vila Capanema com periodicidade de cometa.

A saída para o Paraná é assumir o papel que é possível a ele no futebol atual. De time pequeno nacionalmente, com perfil para passar a maior parte do tempo na Série B. Quando tudo dá certo, sobe. Quando tudo dá errado, cai. Há dúzias de times europeus que vivem bem com essa situação. A redução das duas principais divisões do Brasil para 20 clubes leva à formação natural dessa classe C.

Para se posicionar na classe C+ (talvez B-), o Paraná precisa resgatar gradativamente o comando da sua vida. Reassumir a formação de jogadores, fazer um trabalho sério lá capaz de formar um time competitivo em pouco tempo, que renda um bom piá para ser vendido por ano. Com a torcida, é recorrer a campanha de marketing esperta e realista, que assuma a mudança de estágio do Paraná, valorize o orgulho do clube e mostre que somente com a participação ativa do torcedor (mesmo que seja os 3 mil de sempre), haverá alguma chance de retomar o passado cada vez mais remoto. Talvez ter essa consciência das suas possibilidades atuais seja o primeiro passo para o Paraná deixar de encolher.

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Em 2010, Coxa constrói acesso sem a sua piazada

Parece pouco provável que o Coritiba tenha uma recaída daqui até o fim da Série B que impeça o seu acesso. Caso a lógica se confirme, será a terceira promoção do clube em 15 anos – sinal, também, de que o Coxa tem passado mais tempo do que deveria longe da Primeira Divisão. A campanha deste ano, porém, tem uma diferença marcante em relação a 1995 e 2007: não há uma forte presença de jogadores da base no time titular.

A equipe vice-campeã de 95 tinha três titulares formados no próprio clube. Alex era o maior expoente, havia sido puxado para o profissional naquele ano mesmo por Paulo Cezar Carpegiani. Paulo Sérgio e Pachequinho, de gerações anteriores, também eram pratas da casa.

Uma presença simbolizada na construção do placar que ratificou o acesso. Os gols do 3 a 0 sobre o Atlético, no 13 de dezembro de 1995, foram marcados por Alex, Auri e Pachequinho, três piás do Couto Pereira. Auri era o reserva imediato de Gralak e Zambiasi. E ainda havia Daniel,  Dirceu, Vilmar, Jétson, jogadores formados no clube que de alguma forma contribuíram para aquele acesso.

No título de 2007 a presença da piazada do Couto Pereira marcou a campanha do título. Keirrison, Henrique e Pedro Ken eram os expoentes. Mas Marlos deu contribuição importante, decidiu jogos. Hugo e Rodrigo Mancha também deram sua participação. O time ficou muito mais marcado por esses garotos do que por veteranos como Edson Bastos, Anderson Lima e Caíco, que também tiveram sua importância.

Na mão inversa está a equipe de 2010. Será o Coritiba de Rafinha, Edson Bastos, Leo Gago, Leonardo, Pereira, Marcos Aurélio, todos jogadores que chegaram prontos e rodados ao Alto da Glória. Lucas Mendes é o garoto que mais participou da campanha até aqui, mas nunca como protagonista e hoje já não mais como titular. Denis, Fabinho Souza, Dirceu e William têm participações esparsas. Lelê e Wanderson às vezes aparecem no banco, nada mais do que isso.

E o mais curioso é que o técnico do Coritiba, Ney Franco, acaba de ser escolhido para treinar a seleção brasileira sub-20 e coordenar as categorias de base da CBF. Claro, Ney tem um histórico de respeito na base, mas no Alto da Glória ele tem olhado pouco para baixo.

Há algumas possíveis leituras que explicam essa omissão. Quando chegou, ano passado, Ney tinha que evitar o rebaixamento do clube no ano do centenário. Natural recorrer aos mais experientes. Neste ano, a necessidade de cumprir parte da campanha sem jogar em casa também recomendava o uso de gente mais tarimbada – e isso fica claro nas contratações prontas feitas ao longo do ano, como Leonardo, Tcheco, Andrade ou Léo Gago.

O que mais pesa, porém, é que o Coritiba não conseguiu formar uma boa geração imediatamente após a subida da piazada de 2007. Rui, Tiago Real e Lucas Mendes são os poucos que “se salvaram” na turma de 2008/2009. As aspas realçam a limitação técnica.

Luccas Claro, Molina, Timbó, Andrezinho e Jânio têm tudo para, em breve, reencontrar os companheiros Dênis e Fabinho Souza. Ao que tudo indica, na primeira divisão, e não para formar mais um grupo de garotos para tirar o Coritiba da Série B.

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